Consciarte by Berlitz

Cultura, Consciência e Arte

Bolsa de Estudos para Fellowship no Canadá

Inscrições Abertas para Estágio em Eletrofisiologia na Universidade McGill, no Canadá – Prazo até 1º de setembro!

Com satisfação, anunciamos o SOBRAC-McGill Fellowship Award, que oferece bolsa de estudos para programa de treinamento de 2 anos em eletrofisiologia e estimulação cardíaca artificial na renomada McGill University, no Canadá, sob supervisão do Dr. Vidal Essebag.

Início do estágio: 1° de julho de 2012

Número de vagas: 01 (uma)

Elegibilidade: podem se candidatar cardiologistas que tenham ou não realizado treinamento em eletrofisiologia e/ou estimulação cardíaca artificial

Instruções: os interessados devem consultar as orientações no link.

clique aqui

Prazo para inscrição: 01 de setembro de 2011 no site da McGill University

http://www.medicine.mcgill.ca/postgrad/admission_fellowships.htm

Seleção: o candidato será selecionado por uma comissão composta por membros da SOBRAC e da McGill University, que avaliará a excelência técnica e acadêmica do candidato, assim como seus objetivos na carreira. Após análise do curriculum vitae, os candidatos mais bem avaliados serão entrevistados no dia 30 de novembro, durante o Congresso Brasileiro de Arritmias Cardíacas, em Brasília. O anúncio do vencedor será feito no mesmo dia, durante a cerimônia de abertura do congresso.

Atenciosamente,



Guilherme Fenelon
Presidente da SOBRAC

Copyright – Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas – Todos os Direitos Reservados

agosto 22, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

EDUCAÇÃO NO CAMINHO CERTO

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agosto 11, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

EDUCAR PARA CRESCER – CORDEL

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junho 17, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

“The Blues”

  “The Blues” (2003 – 824m)

SINOPSE
Uma Viagem ao Mundo dos Blues

Com Martin Scorsese como mentor e produtor executivo, The Blues é uma série de filmes impressionistas, dirigidos por alguns realizadores de destaque do cinema mundial. Scorsese, Clint Eastwood, Mike Figgis, Charles Burnett, Marc Levin, Richard Pearce e Wim Wenders partilham a sua paixão pela música através das câmaras e captam a essência dos Blues – a sua ressonância emocional. Nesta deslumbrante viagem ao mundo dos Blues, para além da preciosidade do material de arquivo e das interpretações especialmente gravadas para cada filme, destaca-se a forma como cada realizador explora os Blues e a sua influência global, partindo das plantações de algodão do Mississipi, onde os escravos negros influenciados pelos ritmos africanos elegeram os Blues como a sua música, e estendendo-se por esse mundo fora influenciando tantas pessoas e toda a música contemporânea como o Rap, Hip-Hop, Rhythm & Blues, Soul, Country e Rock’n'Roll.
No dia 7 de Setembro de 2003, Martin Scorsese juntou vários músicos no Radio City Hall de Nova Iorque para um concerto memorável de celebração aos Blues. O filme do concerto, realizado por Antoine Fuqua, capta a emoção dessa noite mágica e presta um verdadeiro tributo aos Blues. É a oitava pérola deste colecção!
Os filmes incluem documentos raros de arquivo com actuações de Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Willie Dixon, John Lee Hooker, Bo Diddley, Eric Clapton entre outros, e ainda, cerca de 100 novas interpretações gravadas por músicos contemporâneos dos blues, incluindo B.B. King, Bonnie Raitt, Lou Reed, Tom Jones, Los Lobos, Jeff Beck e Lucinda Williams.

CONTÉM 8 FILMES:

DE REGRESSO A CASA
(“Feel Like Going Home”)

Em busca da origem dos Blues, o realizador Martin Scorsese viaja com o músico Corey Harris, desde as plantações de algodão do Mississipi até às margens do rio Níger, no Mali, em África.
Este documentário sobre as raízes dos Blues mostra-nos verdadeiras relíquias de arquivo bem como actuações de Corey Harris, Willie King, Taj Mahal, Keb’Mo’, Otha Turner, Habib Koité, Salif Keita e Ali Fraka Toure.
Scorsese explica “Eu sempre senti uma afinidade pela música dos Blues – A cultura e as histórias narradas através da música fascinam-me e impressionam-me bastante. Os Blues têm uma ressonância emocional muito forte e são, sem dúvida, os criadores da música popular americana”.

EXTRAS:
. Entrevista com o Realizador Martin Scorsese
. Filmografia do Realizador
. Trailer “The Blues”
. 6 actuações suplementares não incluídas no filme: Taj Mahal & Corey Harris:

“Sitting On Top Of The World”, Willie King & The Liberators: “Spoonful”, Keb’Mo’ & Corey Harris: “Sweet Home Chicago”, Otha Turner & Corey Harris: Sitting On Top Of The World” Salif Keita: “Honeysuckle”A ALMA DE UM HOMEM (“Soul of a Man”)
Em A Alma de Um Homem, o realizador Wim Wenders analisa a tensão dramática dos Blues, entre o sagrado e o profano, ao explorar a vida e música de três dos seus artistas favoritos dos Blues: Skip James, Blind Willie Johnson e J.B. Lenoir.
Com uma parte histórica e outra de peregrinação pessoal, o filme conta a história dessas vidas de música, através de uma extensa sequência de ficção, de um arquivo de imagens raras, de documentários actuais e da reprodução das suas músicas por artistas contemporâneos, tais como: Shemekia Copeland, Garland Jeffreys, Nick Cave, Los Lobos, Eagle-Eye Cherry, Vernon Reid, James Blood Ulmer, Lou Red, Bonnie Raitt, Marc Ribot, The Jon Spencer Blues Explosion, Lucinda Williams e T Bone Burnett.
Wenders explica: “Estas músicas tem um grande significado para mim. Eu sinto que há mais verdade em qualquer uma delas do que em qualquer livro que li sobre a América, ou em qualquer filme que tenha visto. Tentei descrever, mais como um poema do que como um documentário, aquilo que me marcou mais nas suas músicas e vozes”

EXTRAS:
. Entrevista com o Realizador Wim Wenders
. Comentários Áudio do Realizador Wim Wenders
. Filmografia do Realizador
. Trailer “The Blues”
. 5 actuações suplementares não incluídas no filme: Lou Reed: “See That My Grave Is Kept Clean”, Cassandra Wilson: “Slow Down”, Alvin Youngblood Hart: “Mama Talk To Your Daughter”, Marc Ribot: “Dark Was The Night, Cold Was The Ground” Chris Thomas King: “Revelations”.

A CAMINHO DE MEMPHIS
“Road to Memphis”

O Realizador Richard Pearce traça a odisseia musical da grande lenda dos Blues, B.B. King, num filme que é um tributo à cidade onde nasceu um novo estilo de Blues. Pearce leva-nos também pela estrada aos bastidores dos Blues, com os veteranos de Memphis, Bobby Rush e Rosco Gordon. A homenagem de Pearce a Memphis apresenta actuações originais de B.B. King, Bobby Rush, Rosco Gordon, Ike Turner, Reverendo Gatemouth Moore e Little Milton, assim como inclui uma sequência de imagens de arquivo de Howlin’ Wolf, B.B. King, Rufus Thomas, Little Richard, Fats Domino, The Coasters, entre outros.
Pearce explica: “Os Blues são a hipótese de celebrar uma das mais primitivas formas de arte americanas, antes que tudo desapareça absorvido, na sua totalidade, pela geração do Rock’ n’ Roll. Felizmente chegámos antes que fosse tarde demais.”

EXTRAS:
. Entrevista com o Realizador Richard Pearce e Robert Kenner . Filmografia do Realizador . Trailer “The Blues” . 4 actuações suplementares não incluídas no filme: B.B. King: “Key To The Highway”, B.B. King: “Blues Boys Tune” (Instrumental), Robert Belfour: “Done Got Old”, Humbert Sumlin & David Johansen: “Smokestack Lightning”

AQUECIDO PELO FOGO DO DIABO
“Warming by the Devil’s Fire”

Charles Burnett explora o seu próprio passado como um jovem rapaz que se movimenta de um lado para o outro, entre Los Angeles e o Mississipi, balançando entre um tio que adora os Blues e uma mãe que considera os Blues a música do Diabo. O filme de Burnett faz uma audaciosa mistura de histórias imaginárias com imagens documentais de um anfitrião de lendas dos Blues, num conto sobre o reencontro de um jovem com a sua família no Mississipi, em 1955, dramatizando as tensões entre a tendência espiritual do gospel e as diabólicas lamentações dos Blues.
Burnett explica: “O som dos Blues foi uma parte do meu ambiente, que eu aceitei como verdadeiro. No entanto, com o passar dos anos, os Blues apareceram como uma fonte de imagens figuradas, humor, ironia e como uma perspicácia que nos permite reflectir sobre a condição humana. Eu sempre quis fazer uma história sobre os Blues que reflectisse, não só a sua natureza e o seu conteúdo, como também aludisse à sua própria forma. Em suma, uma história que vos desse uma ideia real dos Blues.”

EXTRAS:
. Entrevista com o Realizador Charles Burnett
. Comentários Áudio do Realizador Charles Burnett
. Filmografia do Realizador
. Trailer “The Blues”
. Actuação suplementar não incluída no filme: Willie Dixon: “Nervous”

PADRINHOS E FILHOS
(“Godfathers and Sons”)

Chamam-lhes Blues Brothers 2003 – num animado filme, conduzido por Marc Levin, a lenda do Hip-Hop Chuck D (dos Public Enemy) e Marshall Chess (filho de Leonard Chess e herdeiro da Chess Records) voltam a Chicago para explorar o apogeu dos Chicago Blues tentando criar uma produção musical que reúna os veteranos dos Blues, com os músicos actuais do Hip-Hop, tal como se fez com os Common e os The Roots. Juntamente com imagens de arquivo inéditas de Howlin’ Wolf, estão actuações originais de Koko Taylor, Otis Rush, Magic Slim, Ike Turner e Sam Lay.
Levin explica: ” Quando estávamos em rodagem com Sam Lay e a sua banda no Festival de Blues de Chicago, eles estavam a tocar um clássico de Muddy Waters – “I Got My Mojo Workin”. Eu fechei os olhos e deixei-me transportar até aos meus 15 anos, quando me encontrava na cave de uns amigos, a ouvir a banda de Blues de Paul Butterfield pela 1ª vez. A minha vida mudou nesse dia e, 35 anos mais tarde, a música continua a mexer comigo. O sentimento desse dia foi o que revelei para concretizar este filme.”

EXTRAS:
. Entrevista com o Realizador Marc Levin . Comentários Áudio do Realizador Marc Levin . Filmografia do Realizador . Trailer “The Blues” . 5 Actuações suplementares não incluídas no filme: The Electrik Mud Kats com vocalizações de Chuck D, Common & Kyle Jason: “Mannish Boy”, Lonnie Brookes: “All My Money Back”, Koko Taylor: “Ernestine”, Otis Rush “So Many Roads, So Many Trains”, Howlin’ Wolf: “Evil (Is Going On)”

RED, WHITE & BLUES
(“Red, White & Blues”)

Durante os anos 60, o Reino Unido foi cenário de uma vibrante revolução social. Os movimentos de ressurgimento dos tradicionais temas de Jazz e Folk, no pós-guerra, espalharam as suas sementes – num solo musical fértil – criando as raízes de um novo género de Blues, inteiramente influenciado pelos originais e autênticos Blues negros dos EUA. Os músicos britânicos, no seio desta revolução musical, continuaram a prestar homenagem aos criadores da música e a formar uma enorme audiência, a nível global, consciente dos seus gostos por Robert Johnson, Muddy Waters, Howlin’ Wolf, Freddie King, entre outros.
O filme de Mike Figgis é um misto de entrevistas, com artistas chave do movimento britânico dos Blues e com uma nova música de Jam Session, improvisada por um elenco de estrelas nos famosos estúdios de Abbey Road: Tom Jones, Jeff Beck, Lulu entre outras referências dos clássicos dos Blues, acompanhados por uma magnifica banda de músicos. O resultado é electrificante!
Figgis explica: ” Estou interessado no porquê de haver tanta excitação sobre esta música, de origem negra, entre os europeus. Para esse fim, juntei um grupo desses músicos e acrescentei à lista alguns jovens talentos. Graças a Deus, o resultado da gravação da sessão, com algumas referências dos Blues, e as discussões que se seguiram, fizeram luz sobre a razão pela qual os blues foram re-intrepretados no estrangeiro e reintroduzido como uma forma universalmente aceite”

EXTRAS:
. Entrevista com o Realizador Mike Figgis . Comentários Áudio do Realizador Mike Figgis . Filmografia do Realizador . Trailer “The Blues” . 7 Actuações suplementares não incluídas no filme: Lulu com Jeff Beck: “Cry Me A Rive”, Pete King: “Lush Life”, Jeff Beck: “Nadia”, John Cleary – Improvisação de Piano, Ensaio – Blues Jam, Ensaio – “Who’s Sorry Now?” (instrumental), Mike Figgis – Piano Jam

PIANO BLUES (“Piano Blues”)
O realizador – e pianista – Clint Eastwood explora a sua paixão de toda a vida pelos Piano Blues, usando um tesouro de actuações históricas e raras, assim como também entrevistas e actuações de lendas vivas, tais como, Fats Domino e Dr. John e o eterno Ray Charles.
Piano Blues é composto por entrevistas e actuações de Ray Charles, Dr. John, Marcia Ball, Pinetop Perkins, Dave Brubeck, Jay Mcshann, entre outros; inclui também imagens de arquivo de actuações de Ray Charles, Ottis Span, Art Tatum, Albert Lammons, Pete Johnson, Jay Mcshann, Big Joe Turner, Oscar Peterson, Nat King Cole, Martha Davis, Fats Domino, Prof. Longhair, Charles Brown e Duke Ellington, entre outros.
Eastwood explica: ” Os Blues fizeram sempre parte da minha vida musical e o piano teve sempre um lugar especial. Tudo começou quando a minha mãe trouxe para casa todos os discos de Fats’ Waller. A música teve sempre lugar nos meus filmes, mas o documentário Piano Blues deu-me a hipótese de fazer um filme mais directamente relacionado com o tema “música”, do que qualquer outro filme que tenha feito ao longo da minha carreira.”

EXTRAS:
. Trailer “The Blues”

LIGHTNING IN A BOTTLE – UM TRIBUTO AOS BLUES (“Lightning in a Bottle”)
No dia 7 de Setembro de 2003, Estrelas musicais do rock, do jazz e do rap subiram ao palco do Radio City Music Hall de Nova Iorque para prestarem um tributo a uma herança e paixão comum – Os Blues.
Com a produção executiva de Martin Scorsese, produção de Alex Gibney e realização de Antoine Fuqua, o filme do concerto capta a emoção dessa noite mágica e conta a história dos blues através das actuações, das entrevistas de bastidores, ensaios e imagens de arquivo de alguns dos maiores nomes da música americana, como Muddy Waters, John Lee Hooker e muitos outros.

REALIZADORES
Charles Burnett, Clint Eastwood, Mike Figgis, Marc Levin, Richard Pearce, Martin Scorsese, Wim Wenders.

INTÉRPRETES
Nathaniel Lee Jr., Tommy Redmond Hicks, Susan McWilliams, Mya, Marcia Ball, Chris Barber, Jeff Beck, Big Bill Broonzy, Jack Bruce, Chester Burnett,Dr. Louis Cannonball Cantor, Nick Cave, Ray Charles, Marshall Chess, Eric Clapton, The Coasters, Chuck D., Jim Dickinson, Willie Dixon, Fats Domino, Lonnie Donegan, Dr. John, Clint Eastwood, Georgie Fame, Chris Farlowe, Mick Fleetwood, Roscoe Gordon, Davy Graham, Peter Green, Corey Harris, John Lee Hooker, Lightnin Hopkins, Son House, Bert Jansch, Tom Jones, Salif Keita, Don Kern, B.B. King, Alexis Korner, Little Richard, Carl Lumbly, Humphrey Lyttelton, Taj Mahal, John Mayall, Jay McShann, Joe Meek, George Melly, Little Milton, Van Morrison, Calvin Newborn, Pinetop Perkins, Sam Phillips, Lou Reed, Marc Ribot, Bobby Rush, Bessie Smith, Chris Spindel, Hubert Sumlin, Sister Rosetta Tharpe, Rufus Thomas, Ali Farka Touré, Ike Turner, Cato Walker III, Dinah Washington, Muddy Waters, Sonny Boy Williamson, Stevie Winwood.

abril 19, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

COMO USAR TECNOLOGIA PARA PROMOVER MAIS ESTUDO ENTRE OS ALUNOS

Ano 9 – Nº 210-15/04/2011




Olá leitor,

“Cuidado com o que se diz aos alunos na web!”, alerta a doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem, Betina Von Staa, neste artigo exclusivo ao Jornal Virtual. Mas manter um canal com os estudantes pelas redes sociais ou comunicadores instantâneos também pode trazer muitos benefícios à aprendizagem. Veja todos os detalhes a seguir.

Boa leitura.

Como usar tecnologia para promover mais estudo entre os alunos

Já virou lugar-comum afirmar que os jovens de hoje são hiperconectados, que vivem online e que estão sempre com seus amigos na rede. Os professores, muitas vezes, sentem-se acuados, acreditando que vivem em um mundo à parte dos alunos, no qual não conseguem entrar. Ou, por outro lado, tentam se relacionar com seus alunos nas redes sociais (como Orkut e Facebook) ou por comunicadores instantâneos (MSN e Skype, entre outros), para se aproximarem mais dos alunos.

     Na verdade, professores, assim como qualquer pessoa, têm todo o direito de decidir legitimamente se querem entrar em redes sociais ou não, e se querem falar com tal pessoa em determinado momento por meio do comunicador instantâneo, ou não. Não precisam sentir-se intimidados por não estarem nas redes sociais, nem obrigados a se comunicar com seus alunos nas horas vagas por esse meio. Por outro lado, se gostarem, podem se encontrar com os alunos ali, lembrando que tudo o que registrarem na internet para seus alunos não será lido como postagem de qualquer pessoa, mas de um professor. Portanto, cuidado com o que se diz aos alunos na web!

     Mais do que discutirmos longamente se devemos ou não nos comunicar com os alunos no espaço virtual ao qual estão acostumados, seria relevante levantar bons motivos para um professor fazer isso. Ou seja: devemos observar se esse contato com os alunos promove mais estudo e aprendizagem, que é o que um professor deve promover quando interage com seus alunos.

     Existem muitas maneiras de promover mais estudo por meio da internet, que os jovens adoram e que, consequentemente, é o espaço em que podemos encontrá-los com muita facilidade fora do horário da aula. Professores podem abrir canais online, no mínimo, para sugerir materiais de consulta. Para tanto, podem criar um site, um blog ou usar as famosas redes sociais e comunicadores instantâneos. Cada professor pode fazer o que preferir.

     Fazendo isso, o professor pode exercer sua função docente, com muito conforto, competindo legitimamente pelo tempo dos alunos na rede. Quais seriam as vantagens disso? Tomando a si a tarefa de recomendar conteúdos aos seus alunos, o professor consegue direcioná-los a materiais de melhor qualidade, e ainda acrescentar seus próprios comentários sobre os links recomendados.

     Por incrível que pareça, alunos tendem a gostar das recomendações de professores quando se tratam de materiais da rede. Os pais dos alunos também confiam nos professores quando o assunto é internet e se sentem seguros quando sabem que seus filhos estão acessando material indicado pelos seus mestres. Além de direcionar os alunos a materiais de qualidade, essa prática também tem a vantagem de incentivar que eles leiam mais, que se dediquem a tarefas mais relevantes do que puramente ao lazer e relacionamento social na rede. Como não há limite de tempo e de espaço na internet, o professor também pode indicar conteúdos indiretamente relacionados com a sua disciplina ou, simplesmente, interessantes.

     Com essa prática, o professor mostra aos alunos que está atualizado, que está na rede, e que sabe o que se passa ali. Ele também encontra os alunos exatamente onde eles passam a maior parte dos seus dias. Vale a pena. Afinal, uma das maiores vantagens da internet para a aprendizagem é que ela amplia o tempo de estudo de muita gente. Vamos aproveitar essa vantagem!

     Texto de Betina Von Staa, doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Ela também será uma das palestrantes do 18º Educador (Congresso Internacional de Educação), programado para maio, em São Paulo (SP), cujo tema de abordagem será “Analfabetos Digitais Funcionais? A Formação de Professores e o Trabalho com as Tecnologias e Mídias Educacionais”.
E-mail: betinastaa@gmail.com

Compartilhe conhecimento
Você tem algum artigo criativo sobre educação e gostaria de compartilhá-lo com os leitores do Jornal Virtual? Então, envie seu texto para mim mariana@humanaeditorial.com.br. Os artigos precisam ter, no máximo, 3.600 caracteres (contando com espaços), passam por uma avaliação editorial e, quando aprovados, são divulgados. Artigos acima de 3.600 caracteres não serão considerados.

Enquanto isso, no Blog Educação em pauta …
O Todos Pela Educação lançou sua nova campanha de mobilização, sob o slogan “Um bom professor, um bom começo”, produzida pela DM9DDB, do grupo ABC. A campanha tem como objetivo a valorização do bom professor, aquele que tem o foco no aprendizado de seus alunos e que, assim, contribui efetivamente para a melhoria da qualidade da Educação no Brasil.
Confira esta notícia completa e outros assuntos no blog das revistas Profissão Mestre e Gestão Educacional. Clique aqui para acessar.

Boa leitura!
Mariana Branco

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Alma de educador
Na edição 133 da revista Profissão Mestre, a seção “Destaque e use” apresentou um relato histórico e emocionado de Paulo Freire, que havia sido revelado durante entrevista ao Jornal dos Professores, do Sindicato dos Professores de São Paulo. Lançamos o desafio para que os leitores da Profissão Mestre também contassem as suas histórias de vida como docentes. Essas histórias você confere a seguir.
Confira o texto na íntegra clicando aqui


Como educar alunos com deficiência auditiva
Segundo dados do Censo Escolar de Educação Básica, existem cerca de 30 mil deficientes auditivos matriculados em escolas ou classes especializadas no Brasil. Já nas escolas e turmas regulares, o número de estudantes surdos é de 33 mil. Apesar dos deficientes auditivos terem capacidade de desenvolvimento cognitivo e intelectual equivalente ao dos ouvintes, falhas no sistema de ensino podem limitar o aprendizado.
Confira o texto na íntegra clicando aqui
 

As informações contidas neste texto são de inteira responsabilidade de seu(s) autore(s).
Caso haja interesse em utilizá-lo, é necessário que sejam dados os créditos ao autor
 

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abril 15, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

Eric Clapton and Wynton Marsalis: Manhattan, Taj Mahal

 

Eric Clapton and Wynton Marsalis play the blues in Manhattan

 

On Saturday night, Eric Clapton finished

his three-night celebration of the blues

with Wynton Marsalis and Taj Mahal at

Jazz at Lincoln Center’s Rose Theater.

 

 

 

 

 

Image Credit: Julie Skarratt

abril 10, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

“A melhor maneira de tornar as crianças boas é torná-las felizes.” Oscar Wilde

 
Nesta triste semana de abril, que deixou todos nós – pais e educadores – chocados, o Jornal Virtual pergunta: que tipo de educação familiar recebeu esse ex-estudante a ponto de cometer tamanha atrocidade? Ele recebia carinho de seus pais adotivos e irmãos? Será que se um professor mais atento tivesse se aproximado desse jovem, enquanto aluno, seu destino teria sido outro? Qual a responsabilidade da escola diante do que aconteceu?

Os estudantes estão seguros na escola?

O ataque ocorrido na escola do Rio de Janeiro nesta semana nos faz pensar se nossos filhos estão seguros quando os deixamos na escola. Em primeiro lugar, todo o prestador de serviço tem o dever de guarda. Quando se prestam serviços de educação na qual a escola “recebe” a criança, esta terá que garantir todos os mecanismos de proteção existentes, seja contra quedas, tendo instalações compatíveis, seja contra professores despreparados ou alunos que cometam bullying. Assim, jamais se poderia admitir a entrada de um ex-aluno nas dependências da escola, ainda portando arma, e cometendo uma atrocidade de tamanha proporção. A escola é responsável, e solidariamente o Estado, como um todo, pois quem estava prestando serviço público era este.

     Ademais, insere-se neste contexto a problemática das armas, pois há alguns anos tivemos o estatuto das armas que retirou do cidadão a posse de qualquer armamento. Vozes que foram combatidas à época insistentemente defenderam que o problema das armas estava na fiscalização e não no porte. O noticiário irá dizer qual a origem das armas que cometeram tal brutalidade contra inocentes crianças. Mais uma vez, o Estado no sentido amplo da palavra é o responsável. 

     As famílias deverão ser indenizadas pelo município do Rio de Janeiro, responsável pela escola. Todavia, cabe lembrar que qualquer recompensa monetária será pouco em relação às vidas perdidas. O mínimo que a Administração Pública deve fazer neste momento é amparar os familiares e tomar atitudes para que novas barbáries como esta não aconteçam em nossa pacífica nação. As indenizações, seja de âmbito moral ou material, levarão anos para serem discutidas e definidas na justiça, mas as famílias precisam neste momento de amparo. O choque que sofreram é incomparável a qualquer perda. Somente quem sente sabe o quanto dói a perda de um ente querido numa das fases mais maravilhosas da vida.
     A família do agressor é também uma vítima do sistema. Os motivos do crime ainda não foram esclarecidos e quem sabe jamais o serão. No entanto após uma investigação profunda das causas e consequências do crime, algumas evidentes, morte de crianças, os bens do agressor, se os tiver, ficarão à disposição da Justiça para reparar os danos e despesas sofridos pelas famílias. Porém, não é simples. Um processo penal deverá ser instaurado juntamente com o inventário, buscando verificar quais os bens do agressor.
     Tragédias como a ocorrida somente servem para demonstrar que a sociedade brasileira precisa realizar mudanças urgentes. A violência que pulula em nossas ruas, a falta de policiamento, a insegurança que se vive, agora também chegou às crianças. Vidas jovens foram perdidas. Algo deve ser feito e mudado. As causas precisam ser apuradas, pois ninguém pode ficar inseguro no momento de deixar seus filhos na escola.
     Texto do advogado Marcelo Augusto de Araújo Campelo, pós-graduado em Direito Público, especialista em Direito do Trabalho e Processual do Trabalho e pós-graduando em Direito Tributário e Processual Tributário.
E-mail: contato@rafaelasalomon.com.br
Enquanto isso, no Blog Educação em pauta …
O 18º Educador, congresso internacional de educação promovido pela Futuro Eventos, que acontece entre os dias 18 e 21 de maio, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP), reunirá mais de 100 palestrantes nacionais e estrangeiros. Entre os convidados internacionais estão o italiano Domenico de Masi, o português José Pacheco, o suíço Philippe Perrenoud, o americano Thomaz Armstrong, o espanhol Francesc Imbernón e o francês Charles Hadji. O tema deste ano é “A Educação Transforma ou Reproduz a Sociedade?”.
Confira esta notícia completa e outros assuntos no blog das revistas Profissão Mestre e Gestão Educacional. Aqui

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abril 10, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

Taí! Abre Alas para o Carnaval

Carnaval: uma festa pagã, com todo conhecimento religioso, filosófico e

com uma grande forcinha da astronomia

“Taí” (Joubert de Carvalho)

 

 

A igreja Católica determina a data da Páscoa (ressurreição de Jesus Cristo) através de cálculos “quase” mirabolantes. Mas tanto a Páscoa Cristã quanto a Judaica têm seus calendários baseados nas fases da Lua. A Páscoa é determinada em razão do primeiro domingo após a lua cheia que seguir o equinócio (posição do Sol que marca o começo da Primavera) no hemisfério Norte. Pelos cálculos, mais ou menos próximo ao dia 21 de março. No hemisfério Sul, equinócio de Outono, que também começa por volta da mesma data. Mas, em virtude de cálculos “quase” mirabolantes, a Páscoa pode variar entre 22 de março e 25 de abril. E o Carnaval também, obedecendo a regra de sete domingos antes da data Cristã.

Seguindo a regra acima, e precedendo a quaresma, estamos fadados aos atos carnavalescos. Que já foi muito melhor. Não por saudosismo. É que as pessoas eram melhores mesmo. A tecnologia avançou muito, os recursos em diversas áreas do conhecimento são extremamente favoráveis ao desenvolvimento humano. Mas ao ver de perto (e ninguém é normal), parece que o Ser Humano realmente estagnou. E não evolui. Sim, evolução, quando muito, só na Sapucaí.

Voltando ao Carnaval. A grande festa “popular” era o Entrudo, uma tradição portuguesa, copiada ou adquirida das ilhas de Cabo Verde e da Madeira. No Brasil, a folia foi introduzida em meados do século XVI, muito embora não se limitasse às classes populares: D. Pedro I e o filho D. Pedro II foram adeptos do Entrudo. Naquela época, no entanto, a brincadeira era silenciosa, pois não havia música no contexto “carnavalesco”, oras pois, o Entrudo. Foto > Entrudo

Mais tarde, por volta de 1872, surgem os ranchos carnavalescos, que de fato eram mais populares. Neste período ocorreu a introdução da música no Carnaval, e ficou então muito mais brasileiro. A primeira música feita no Brasil para animar o Carnaval foi Ó Abre Alas, composta por Chiquinha Gonzaga (Francisca Hedwiges de Lima Neves Gonzaga), em 1899.

chiquinha1

No início do Século XX, alguns dos melhores mestres da Música Popular Brasileira de todos os tempos – “Nunca antes neste País” – deram continuidade ao espetacular trabalho de Chiquinha Gonzaga. Entre eles, Sinhô, apontado como o "Rei do Samba", Ary Barroso, Lamartine Babo, Noel Rosa, João de Barro (Braguinha), Haroldo Lobo, João Roberto Kelly. E Joubert de Carvalho, autor de "Pra você gostar de mim", popularmente conhecida como “Taí”, composição feita especialmente para Carmem Miranda.

Se tivesse um roteiro, a primeira cena musical de qualquer carnaval começaria com “Ó Abre Alas” (Chiquinha Gonzaga). A trilha sonora teria ainda “Taí” (Joubert de Carvalho), “O teu cabelo não Nega” (Irmãos Valença/Lamartine Babo), “Pierrot Apaixonado” (Heitor dos Prazeres/Noel Rosa), “As Pastorinhas” (Braguinha/Noel Rosa), “Máscara Negra” (Pereira Matos/Zé Ketti), "Jardineira" (Humberto Porto/Benedito Lacerda) e “Bandeira Branca” (Sidney Miller/Paulo Thiago) . Para encerrar, Tristeza (Niltinho/Haroldo Lobo).

“Ó Abre Alas” (Chiquinha Gonzaga)

“O teu cabelo não Nega” (Irmãos Valença/Lamartine Babo)

“Pierrot Apaixonado” (Heitor dos Prazeres/Noel Rosa)

“As Pastorinhas” (Braguinha/Noel Rosa)

“Máscara Negra” (Pereira Matos/Zé Ketti)

"Jardineira" (Humberto Porto/Benedito Lacerda)

Bandeira Branca (Sidney Miller/Paulo Thiago)

Tristeza (Niltinho/Haroldo Lobo)

março 5, 2011 Publicado por | Uncategorized | , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

A primeira impressão… é a que fica?

É a primeira impressão que fica gravada em nossa mente, seja ela boa ou ruim. As boas, procuramos conservar. As ruins, por mais que se tente apagar, insistem em permanecer, de modo que, boas ou ruins, sempre ficam, reforçando a teoria popular. Uma das primeiras impressões boas é a dos nossos familiares. A segunda é a da nossa primeira professora, nossa primeira “tia”. Essa é uma marca inapagável; seus modos, sua fala, seu vestir, tudo isso “gravava”. Mas o que será e onde andará essa primeira “musa inspiradora”? Será que ela se lembra dos castigos que nos impôs em nome da nossa correta formação social e cristã? Procurar saber isso nos ajuda a lembrar que tivemos um passado quando quase tudo eram flores.

“Por trás de um grande homem, sempre há uma grande mulher”; essa afirmação se concretiza com a primeira professora desse grande homem. Sem dúvida … uma grande mulher. Foi ela, com as primeiras letras e os primeiros números, que abriu “as portas da estrada” que cada um tem que trilhar até encontrar a sua consolidação social e profissional. As “tias” de hoje digitam aulas, imprimem atividades, passam e-mails e até ligam para o celular dos seus pequeninos alunos. Elas os preparam para serem cidadãos políticos e ecologicamente corretos, discutem a qualidade de ensino e analisam o contexto social das suas turmas.

Tenho visto muitos pais esbravejarem os direitos de seus filhos, outros acuados e, em algumas vezes, amedrontados com o perigo de serem “presos e condenados”, por tomarem a atitude de educar seus filhos com palmadas corretivas, coisa, aliás, que muitos de nós recebemos e merecemos, contudo não nos frustramos tão pouco nos desequilibramos e, muito pelo contrário, somos pessoas do bem, valorizamos a honestidade, nos preocupamos com nossa imagem e reputação, gostamos de trabalhar, de nos reunir com amigos, somos prestativos e temos muito prazer nisso tudo.

Parece que existe uma orquestração com a finalidade de reforçar o presente com o presente, recriam-se palavras – como adolescência, marginalidade, tempos modernos, tecnologias de ponta e tantas outras – e, em cima deste “dicionário”, monta-se toda a estrutura da educação.
A adolescência é (ou era) uma passagem da vida de criança para a de adulto, cheia de medos, inconsistências psicológicas, comportamentos inseguros, mas que podia ser orientada, mudada e corrigida, sem prejuízo para o jovem. Se exigir disciplina (palavra do passado) cria-se evasão e, consequentemente, a marginalização; se exigir aprendizado, está indo de encontro ao padrão de “homem moderno” – aquele que sabe (e só precisa) apertar botões de aparelhos eletrônicos.

Quanto mais leio sobre educação moderna, quanto mais adentro na teoria “vigotskiana”, mais a curiosidade me instiga a descobrir o que pensam essas saudosas “tias”, que, lamentavelmente, flutuam nas nuvens do esquecimento. Será que é saudosismo pensar em construir os templos do futuro usando um pouco da argamassa do passado?

Nem o modernismo e nem o crescimento desenfreado da população dão o direito de xingar, maltratar e até matar professores; isso, em qualquer época, é sinal de barbárie. Com uma boa instrução escolar (aquela do tempo das “tias”), não é preciso criar “prateleiras” de direitos: direito do idoso, da criança, da mulher e de tantos outros – basta ensinarem a respeitar um direito basilar, viver, e ensinarem a respeitar um dever primordial: deixar os outros viverem.

Talvez, ler “o livro do passado” possa garantir a eficiência do comportamento do futuro.

Texto do Professor de Matemática do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), Manoel Lopes Costa, também doutorando em Educação Matemática pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Enviado por Profissão Mestre

fevereiro 21, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

ART PROJECT, Google

Google (Street View) ART PROJECT

 

O Google ART PROJECT já está na web. Projeto bem interessante, com a possibilidade de visitas virtuais às galerias de arte de diversos países – pelo menos as principais. Obviamente, o Google está usando a tecnologia Street View, onde os visitantes podem observar as obras de grandes mestres. As imagens estão em alta resolução.

 

Como já disse aqui no blog, nem todo mundo pode ir à Capela Sistina (in loco). Virtualmente… http://www.vatican.va/various/cappelle/sistina_vr/index.html

 

O mesmo se pode dizer com relação aos museus existentes nos 5 continentes. Então, o Google dá uma força (e tanto).

 

Educação

Para as aulas de história este recurso é excelente para a criançada. Terão a chance de ingressar com os pés e olhos nestes locais sagrados da arte mundial. Quem sabe esta não seja a mola propulsora a criar em suas mentes objetivos amplos, almejando crescer com estudo, trabalho e conhecimento para, enfim, atravessar as barreiras do que lhes dizem ser impossível.

 

GOOGLE ART PROJECT: http://www.googleartproject.com

fevereiro 2, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

Vinte dicas para o sucesso

  01- Tenha um aperto de mão firme;
02 – Olhe as pessoas nos olhos;
03 – Gaste menos do que ganha;
04 – Saiba perdoar a si e aos outros;
05 – Trate os outros como gostaria de ser tratado;
06 – Faça novos amigos;
07 – Saiba guardar segredos;
08 – Não adie uma alegria;
09 – Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados;
10 – Sorria;
11 – Aceite sempre uma mão estendida;
12 – Pague suas contas em dia;
13 – Não ore apenas para pedir coisas. Ore para agradecer e pedir sabedoria e coragem;
14 – Dê as pessoas uma segunda chance;
15 – Não tome nenhuma decisão quando estiver cansado ou nervoso;
16 – Respeite os seres vivos, principalmente os indefesos;
17 – Dê o melhor de si no seu trabalho;
18 – Seja humilde, especialmente nas vitórias;
19 – Jamais prive uma pessoa de esperança, pode ser que ela só tenha isso;
20 – Ame a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo.

(*) A mensagem acima foi postada pela pedagoga Claudia Pilotto, no Blog da tia Cláudia:

janeiro 28, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

Música também é remédio

Passou por uma cirurgia? Então ligue o som para garantir uma rápida recuperação. Segundo um estudo da Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Javariana da Colômbia, pacientes que escutam melodias relaxantes após os procedimentos cirúrgicos reclamam menos de dor e se sentem muito mais confiantes e animados.

"Dá até para reduzir as doses de drogas pesadas, como as derivadas de morfina", afirma a médica Maria Soledad Cepeda, autora da pesquisa.

Ainda não se sabe ao certo de que maneira a música atua no organismo, mas há indícios de que o efeito esteja ligado ao estado de relaxamento que ela proporciona.

"Quando o corpo está tranqüilo, o sistema nervoso central produz substâncias que inibem a sensação dolorosa", completa a pesquisadora. 

Fonte: Revista Saúde É Vital!

 

Então…Ao remédio:

janeiro 20, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

História da Música

Elis Regina: Parte essencial da história da Música Brasileira.

Podemos dizer que a “Música” é a arte de combinar os sons e o silêncio. Se pararmos para perceber os sons que estão a nossa volta, concluiremos que a música é parte integrante da nossa vida, ela é nossa criação quando cantamos, batucamos ou ligamos um rádio ou TV. Hoje a música se faz presente em todas as mídias, pois ela é uma linguagem de comunicação universal, é utilizada como forma de “sensibilizar” o outro para uma causa de terceiro, porém esta causa vai variar de acordo com a intenção de quem a pretende, seja ela para vender um produto, ajudar o próximo, para fins religiosos, para protestar, intensificar noticiário, etc.

A música existe e sempre existiu como produção cultural, pois de acordo com estudos científicos, desde que o ser humano começou a se organizar em tribos primitivas pela África, a música era parte integrante do cotidiano dessas pessoas. Acredita-se que a música tenha surgido a 50.000 anos, onde as primeiras manifestações tenham sido feitas no continente africano, expandindo-se pelo mundo com o dispersar da raça humana pelo planeta. A música, ao ser produzida e/ou reproduzida, é influenciada diretamente pela organização sociocultural e econômica local, contando ainda com as características climáticas e o acesso tecnológico que envolvem toda a relação com a linguagem musical. A música possui a capacidade estética de traduzir os sentimentos, atitudes e valores culturais de um povo ou nação. A música é uma linguagem local e global.

Na pré-história o ser humano já produzia uma forma de música que lhe era essencial, pois sua produção cultural constituída de utensílios para serem utilizados no dia-a-dia, não lhe bastava, era na arte que o ser humano encontrava campo fértil para projetar seus desejos, medos, e outras sensações que fugiam a razão. Diferentes fontes arqueológicas, em pinturas, gravuras e esculturas, apresentam imagens de músicos, instrumentos e dançarinos em ação, no entanto não é conhecida a forma como esses instrumentos musicais eram produzidos.

 

Das grandes civilizações do mundo antigo, foram encontrados vestígios da existência de instrumentos musicais em diferentes formas de documentos. Os sumérios, que tiveram o auge de sua cultura na bacia mesopotâmia a milhares de anos antes de Cristo, utilizavam em sua liturgia, hinos e cantos salmodiados, influenciando as culturas babilônica, caldéia, e judaica, que mais tarde se instalaram naquela região.

 

A cultura egípcia, por volta de 4.000 anos a.C., alcançou um nível elevado de expressão musical, pois era um território que preservava a agricultura e este costume levava às cerimônias religiosas, onde as pessoas batiam espécies de discos e paus uns contra os outros, utilizavam harpas, percussão, diferentes formas de flautas e também cantavam. Os sacerdotes treinavam os coros para os rituais sagrados nos grandes templos. Era costume militar a utilização de trompetes e tambores nas solenidades oficiais.

 

Na Ásia, a 3.000 a.C., a música se desenvolvia com expressividade nas culturas chinesa e indiana. Os chineses acreditavam no poder mágico da música, como um espelho fiel da ordem universal. A “cítara” era o instrumento mais utilizado pelos músicos chineses, este era formado por um conjunto de flautas e percussão. A música chinesa utilizava uma escala pentatônica (cinco sons). Já na Índia, por volta de 800 anos a.C., a música era considerada extremamente vital. Possuíam uma música sistematizada em tons e semitons, e não utilizavam notas musicais, cujo sistema denominava-se “ragas”, que permitiam o músico utilizar uma nota e exigia que omitisse outra.

 

A teoria musical só começou a ser elaborada no século V a.C., na Antiguidade Clássica. São poucas as peças musicais que ainda existem deste período, e a maioria são gregas. Na Grécia a representação musical era feita com letras do alfabeto, formando “tetracordes” (quatro sons) com essas letras. Foram os filósofos gregos que criaram a teoria mais elaborada para a linguagem musical na Antiguidade. Pitágoras acreditava que a música e a matemática formavam a chave para os segredos do mundo, que o universo cantava, justificando a importância da música na dança, na tragédia e nos cultos gregos.

 

É de conhecimento histórico que os romanos se apropriaram da maioria das teorias e técnicas artísticas gregas e no âmbito da música não é diferente, mas nos deixaram de herança um instrumento denominado “trompete reto”, que eles chamavam de “tuba”. O uso do “hydraulis”, o primeiro órgão cujos tubos eram pressionado pela água, era freqüente.

 

Hoje é possível dividir a história da música em períodos específicos, principalmente quando pretendemos abordar a história da música ocidental, porém é preciso ficar claro que este processo de fragmentação da história não é tão simples, pois a passagem de um período para o outro é gradual, lento e com sobreposição. Por volta do século V, a igreja católica começava a dominar a Europa, investindo nas “Cruzadas Santas” e outras providências, que mais tarde veio denominar de “Idade das Trevas” (primeiro período da Idade Média) esse seu período de poder.

 

A Igreja, durante a Idade Média, ditou as regras culturais, sociais e políticas de toda a Europa, com isto interferindo na produção musical daquele momento. A música “monofônica” (que possui uma única linha melódica), sacra ou profana, é a mais antiga que conhecemos, é denominada de “Cantochão”, porém a música utilizada nas cerimônias católicas era o “canto gregoriano”. O canto gregoriano foi criado antes do nascimento de Jesus Cristo, pois ele era cantado nas sinagogas e países do Oriente Médio. Por volta do século VI a Igreja Cristã fez do canto gregoriano elemento essencial para o culto. O nome é uma homenagem ao Papa Gregório I (540-604), que fez uma coleção de peças cantadas e as publicou em dois livros: Antiphonarium e as Graduale Romanum. No século IX começa a se desenvolver o “Organum”, que são as primeiras músicas polifônicas com duas ou mais linhas melódicas. Mais tarde, no século XII, um grupo de compositores da Escola de Notre Dame reelaboraram novas partituras de Organum, tendo chegado até nós os nomes de dois compositores: Léonin e Pérotin. He also began the “Schola Cantorum” that gave great development to the Gregorian chant.

 

A música renascentista data do século XIV, período em que os artistas pretendiam compor uma música mais universal, buscando se distanciarem das práticas da igreja. Havia um encantamento pela sonoridade polifônica, pela possibilidade de variação melódica. A polifonia valorizava a técnica que era desenvolvida e aperfeiçoada, característica do Renascimento. Neste período, surgem as seguintes músicas vocais profanas: a “frótola”, o “Lied” alemão, o Villancico”, e o “Madrigal” italiano. O “Madrigal” é uma forma de composição que possui uma música para cada frase do texto, usando o contraponto e a imitação.

 

Os compositores escreviam madrigais em sua própria língua, em vez de usar o latim. O madrigal é para ser cantado por duas, três ou quatro pessoas. Um dos maiores compositores de madrigal elisabetano foi Thomas Weelkes.

Após a música renascentista, no século XVII, surgiu a “Música Barroca” e teve seu esplendor por todo o século XVIII. Era uma música de conteúdo dramático e muito elaborado. Neste período estava surgindo a ópera musical. Na França os principais compositores de ópera eram Lully, que trabalhava para Luis XIV, e Rameau. Na Itália, o compositor “Antonio Vivaldi” chega ao auge com suas obras barrocas, e na Inglaterra, “Haëndel” compõe vários gêneros de música, se dedicando ainda aos “oratórios” com brilhantismo. Na Alemanha, “Johann Sebastian Bach” torna-se o maior representante da música barroca.

 

A “Música Clássica” é o estilo posterior ao Barroco. O termo “clássico” deriva do latim “classicus”, que significa cidadão da mais alta classe. Este período da música é marcado pelas composições de Haydn, Mozart e Beethoven (em suas composições iniciais). Neste momento surgem diversas novidades, como a orquestra que toma forma e começa a ser valorizada. As composições para instrumentos, pela primeira vez na história da música, passam a ser mais importantes que as compostas para canto, surgindo a “música para piano”. A “Sonata”, que vem do verbo sonare (soar) é uma obra em diversos movimentos para um ou dois instrumentos. A “Sinfonia” significa soar em conjunto, uma espécie de sonata para orquestra. A sinfonia clássica é dividida em movimentos. Os músicos que aperfeiçoaram e enriqueceram a sinfonia clássica foram Haydn e Mozart. O “Concerto” é outra forma de composição surgida no período clássico, ele apresenta uma espécie de luta entre o solo instrumental e a orquestra. No período Clássico da música, os maiores compositores de Óperas foram Gluck e Mozart.

 

Enquanto os compositores clássicos buscavam um equilíbrio entre a estrutura formal e a expressividade, os compositores do “Romantismo” pretendem maior liberdade da estrutura da forma e de concepção musical, valorizando a intensidade e o vigor da emoção, revelando os pensamentos e sentimentos mais profundos. É neste período que a emoção humana é demonstrada de forma extrema. O Romantismo inicia pela figura de Beethoven e passa por compositores como Chopin, Schumann, Wagner, Verdi, Tchaikovsky, R. Strauss, entre outros. O romantismo rendeu frutos na música, como o “Nacionalismo” musical, estilo pelo qual os compositores buscavam expressar de diversas maneiras os sentimentos de seu povo, estudando a cultura popular de seu país e aproveitando música folclórica em suas composições. A valsa do estilo vienense de Johann Strauss é um típico exemplo da música nacionalista. No Brasil, Villa Lobos é nosso maior representante.

 

O século XX é marcado por uma série de novas tendências e técnicas musicais, no entanto torna-se imprudente rotular criações que ainda encontra-se em curso. Porém algumas tendências e técnicas importantes já se estabeleceram no decorrer do século XX. São elas: Impressionismo, Nacionalismo do século XX, Influências jazzísticas, Politonalidade, Atonalidade, Expressionismo, Pontilhismo, Serialismo, Neoclassicismo, Microtonalidade, Música concreta, Música eletrônica, Serialismo total, e Música Aleatória. Isto sem contar na especificidade de cada cultura. Há também os músicos que criaram um estilo característico e pessoal, não se inserindo em classificações ou rótulos, restando-lhes apenas o adicional “tradicionalista”.

Por Professor Lindomar

Fontes:
BENNETT, Roy. Uma breve história da música.Rio de Janeiro: Zahar, 1986.
COLL, César, TEBEROSKY, Ana. Aprendendo Arte. São Paulo: Ática, 2000.

Site INFO ESCOLA

#alinepires

janeiro 20, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

BEATLES

 

COLEÇÃO INTEIRA DOS BEATLES

 
 

 Só clicar e ouvir…

 Coleção inteira dos Beatles.
 
Videos organizados dos Beatles; todas as músicas, algumas com as respectivas letras.
A Day in the Life


A Hard Day’s Night
A Taste of Honey
Across The Universe
Act Naturally
All I’ve got to Do
All My Loving
All Together Now
All You Need Is Love
And I Love Her
And Your Bird Can Sing
Anna (Go To Him)
Another Girl
Any Time At All
Ask Me Why
Baby It’s You
Baby You’re A Rich Man
Baby’s in Black
Back In The USSR
Bad Boy
Because
Being for the Benefit of Mr. Kite!
Birthday
Blackbird
Blue Jay Way
Boys
Can’t Buy Me Love
Carry That Weight
Chains
Come Together
Cry Baby Cry
Day Tripper
Dear Prudence
Devil In Her Heart
Dig A Pony
Dig It
Dizzy Miss Lizzie
Do You Want to Know a Secret
Doctor Robert
Don’t Bother Me
Don’t Let Me Down
Don’t Pass Me By
Drive My Car
Eight Days a Week
Eleanor Rigby
Every Little Thing
Everybody’s Got Something to Hide Except For Me and My Monkey
Everybody’s Trying to be My Baby
Fixing a Hole
Flying (instrumental)
For No One
For You Blue
Free As A Bird
>From Me To You
Get Back
Getting Better
Girl
Glass Onion
Golden Slumbers
Good Day Sunshine
Good Morning, Good Morning
Good Night
Got To Get You Into My Life
Happiness is a Warm Gun
Hello, Goodbye
Help
Helter Skelter
Her Majesty
Here Comes The Sun
Here, There And Everywhere
Hey Bulldog
Hey Jude
Hold Me Tight
Honey Don’t
Honey Pie
I Am the Walrus
I Call Your Name
I Don’t Want to Spoil the Party
I Feel Fine
I Me Mine
I Need You
I Saw Her Standing There
I Should Have Known Better
I Wanna Be Your Man
I Want To Hold Your Hand
I Want To Tell You
I Want You (She’s So Heavy)
I Will
I’ll Be Back
I’ll Cry Instead
I’ll Follow the Sun
I’ll Get You
I’m a Loser
I’m Down
I’m Just Happy to Dance with You
I’m Looking Through You
I’m Only Sleeping
I’m so tired
I’ve Got A Feeling
I’ve Just Seen a Face
If I Fell
If I Needed Someone
In My Life
It Won’t Be Long
It’s All Too Much
It’s Only Love
Julia
Kansas City/Hey, Hey, Hey, Hey
Komm Gib Mir Deine Hand
Lady Madonna
Let it Be
Little Child
Long Tall Sally
Long, Long, Long
Love Me Do
Love You To
Lovely Rita
Lucy in the Sky with Diamonds
Maggie Mae
Magical Mystery Tour
Martha My Dear
Matchbox
Maxwell’s Silver Hammer
Mean Mr. Mustard
Michelle
Misery
Money (That’s What I Want)
Mother Nature’s Son
Mr. Moonlight
No Reply
Norwegian Wood
Not a Second Time
Nowhere Man
Ob-La-Di, Ob-La-Da
Octopus’s Garden
Oh! Darling
Old Brown Shoe
One After 909
Only A Northern Song
P.S. I Love You
Paperback Writer
Penny Lane
Piggies
Please Mister Postman
Please Please Me
Polythene Pam
Rain
Real Love
Revolution 1
Revolution 9
Rock and Roll Music
Rocky Raccoon
Roll Over Beethoven
Run For Your Life
Savoy Truffle
Sexy Sadie
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Reprise)
She Came In Through The Bathroom Window
She Loves You
She Said, She Said
She’s A Woman
She’s Leaving Home
Sie Liebt Dich
Slow Down
Something
Strawberry Fields Forever
Sun King
Taxman
Tell Me What You See
Tell Me Why
Thank You Girl
The Ballad of John And Yoko
The Continuing Story of Bungalow Bill
The End
The Fool On The Hill
The Inner Light
The Long And Winding Road
The Night Before
The Word
There’s A Place
Things We Said Today
Think For Yourself
This Boy
Ticket to Ride
Till There was You
Tomorrow Never Knows
Twist and Shout
Two of Us
Wait
We Can Work It Out
What Goes On
What You’re Doing
When I Get Home
When I’m Sixty-Four
While My Guitar Gently Weeps
Why don’t we do it in the road
Wild Honey Pie
With a Little Help From My Friends
Within You Without You
Words of Love
Yellow Submarine
Yer Blues
Yes It Is
Yesterday
You Can’t Do That
You Know My Name
You Like Me Too Much
You Never Give Me Your Money
You Really Got a Hold on Me
You Won’t See Me
You’re Going to Lose That Girl
You’ve Got to Hide Your Love Away
Your Mother Should Know

  The Beatles video from Albums:
Please Please Me
With The Beatles

janeiro 11, 2011 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

Cartão Feliz 2011

dezembro 28, 2010 Publicado por | Uncategorized | Deixe um comentário

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